Michael Keaton interpreta o empresário por trás do sucesso

Em 2016, finalmente chegava aos cinemas o filme “Fome de Poder” que conta a trajetória de sucesso do McDonald’s. O empresário Ray Kroc (Michael Keaton) tinha uma vida estável financeiramente vendendo máquinas de sorvete pelos Estados Unidos. Mas ele queria mais. E foi aí que surgiu para ele uma das maiores oportunidades do capitalismo. Clique aqui para assistir!

Durante uma de suas viagens, ele faz uma pausa a fim de almoçar e logo percebe uma grande movimentação ao redor do restaurante dos irmãos Dick (Nick Offerman) e Maurice “Mac” McDonald (John Carroll Lynch). Eles através de uma cozinha mais funcional conseguiam produzir uma quantidade industrial de hambúrgueres de extrema qualidade. Era o início do fast-food ainda na década de 1950, nos Estados Unidos.

Ray fica logo encantado com o resultado final. E inicia rapidamente um processo de convencimento para cima dos irmãos. Ao mesmo tempo que o empresário desconhecido vislumbrava ganhar mais com o negócio, os irmãos queriam mais zelar pela continuação dos modelos mais simples. Mas o filme nos mostra de forma bem evidente que é praticamente impossível impor um “não” a Ray.

Se liga no trailer de “Fome de Poder” (2016): 

Logo, o “McDonald’s” estaria franquiado. Kroc falava em transformar o lugar revolucionário na nova Igreja dos americanos. Mas para isso seria necessário colocar os irmãos Dick e Mac fora da jogada. E foi exatamente o que o empresário fez quando teve uma nova interpretação do contrato assinado com eles.

A partir daí Kroc (brilhantemente representado por Keaton) explora o conceito da marca dos “Arcos Dourados” ao limite. Ao passo que a cada momento, o empresário cria uma nova forma de lucrar e expandir os negócios. Até mesmo Ethel (Laura Dern), sua esposa, Kroc deixa para ir em busca de uma mulher que considera mais interessante.

E foi exatamente através da visão do dono que o diretor John Lee Hancok pretende contar a história do McDonald’s. Mas não só do restaurante, mas como também do fast-food americano e até mesmo do capitalismo. O homem que foi capaz de moldar esse império é visto como alguém sedutor, carismático, sínico e capaz de tudo para atingir seus objetivos.

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